quinta-feira, janeiro 24, 2008

Valsa




O meu coração bate infinitamente no compasso ternário. Cada tempo que se repete é o reflexo do meu som, do seu som e do silêncio que só nós conhecemos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Você sempre diz que pausa também é música, ne?

Taí

Anônimo disse...
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Vanessa Martins disse...

Aquele que não consegue escutar as vozes do silêncio, transforma as palavras em essência quando, na verdade, o silêncio não é a ausência de palavras, mas o excesso delas. Este excesso é tão maravilhosamente sufocante que acaba por exalar os fluídos mais profundos da alma. É quando o olhar toma o lugar da boca, disparando mil palavras por segundo.
Quem não é capaz de entender e amar isso, não precisa de palavras, visto que essas se tornam ininteligíveis e as valsas são incapazes de tocar o coração.